MMS- Matheus Monteiro dos Santos - O diário de previsões lyrics

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MMS- Matheus Monteiro dos Santos - O diário de previsões lyrics

Cada palavra emanada é como um projétil destinado à mente oca, concebendo a mente fértil, enquanto o som se propaga em onda não se esconda da responsabilidade de compor um rap simbólico, com relação à realidade, relembrado de um tempo bucólico, como um carro tunado acelerando na estrada levo para algum lugar com velocidade meu desejo, na esperança que minha poesia se transforme em algo benfazejo, a perspectiva própria e distinta de cada rimador funciona como um guia, um mapa que destina a sonhar, se não vão correr atrás da minha poesia eu farei ela chegar a todo humilde lar, na compilação de pútridas ideias plateias captam o que não é apropriado para formação cultural, um genocídio pandêmico na mente da população, destruindo a pouca aglomeração racional, desde o início todos sabem que é difícil se destacar depende da questão de sorte, preferes um alicerce pro caminho errado ou um correto suporte? Se a morte é implacável, inevitável, faço que meu verso se torne firme e destacável, cada um com talento imensurável, eu alimento minha mente, enquanto outros seu sucesso inflável Faltariam estrelas para comparar o número de gente q não aproveita o talento, faltaria talento pra preencher todo aquele q se acha célebre Vergonha, se sentem alegres cantando uma canção imprópria, desprovida de conteúdo, proliferando como febre O errado agora é comum, o comum para essa nova geração é arcaico, ultrapa**ado, antigo Ao meu estilo eu instigo, uma espécie de carnificina aos sem inspiração, a todos extingo Corruptos ávidos a aumentarem sua riqueza, usurpando o que era pra ser coletivo Enquanto o honesto sua pra por comida na mesa, trabalhando para deixar seu legado vivo Se cada pessoa fizesse o bem ao próximo desde os primórdios da sociedade talvez o contexto fosse melhor Mas o bem fazemos para nós mesmos, esquecendo que independentemente somos iguais e retornaremos ao pó Sinto agora a brisa que sopra pa**ageiramente no meu rosto, o vento que motiva e inspira Minha popularidade utópica ainda permanece de forma concreta até que uma rádio a mim se refira No meu aposento não me aposento no que diz respeito iniciar a composição De talento o mundo tá lento e fraco segue se perdendo e em regressão Sou alienado com o meio, não me informo, transformo a**unto com o pouco que capto Não me conformo com os roubos dos lobos desviando o dinheiro dessa nação, virou abito Vivendo na sociedade errônea, no perdido contexto contemporâneo, meu crânio guarda a ma**a que sempre sonha em ser feita de titânio, meu tempo eu ganho escrevendo, infelizmente vivendo nessa espécie de rebanho que se rebelou, ignorou o seu pastor e resolveu fugir, mas retorna a ele quando algo de ruim começa a atingir Viajando nas ideias, aterrizando em terra firme quando a inspiração se esvai, vivendo quando a motivação vem, morrendo quando essa vontade cai e sai Tiro foto da realidade, e meu som é o retrato que se resulta, daqueles que nem sabem tirar essa foto deviam cobrar multa O pensamento é uma eterna disputa, dilemas, conflitos psicológicos, realidades de luta Gero momentos de atrito e momentos de paz, todo mundo é a**im, metade bom e metade ruim Se estiveres agora ouvindo essa minha canção, conclua que meu anonimato está chegando ao fim Renasço agora do recôndito, num cântico que se a**emelhará numa obra póstuma um dia, na magia da palavra que transforma o tédio em poesia, quando o tempo de partir estiver próximo receberei como cortesia, na primazia de escrever mais uma crônica que a**a**ine a solidão, exatidão em propagar na inexistente multidão, nos que dão palmas aos sem alma e sem essência na canção, a extinção se inicia, onde tudo agora varia, a muito tempo a acidez nessa terra já varria, quem insistia em sair do anonimato e chegar no estrelato, se não conseguiu, talvez de fato, já desistiu, é chato ouvir nas rádios tocando os sem ideologia, com seus clipes musicais que mais parecem orgias, magias, rituais ou sorte mesmo? Rápido chegaram ao topo e nós escrevendo e rimando a esmo, expor por natureza o que a mente não diz instantaneamente, e de repente nos tornamos repetentes das antigas rimas, falta de repor as sementes, sem dentes ou sem língua cantamos, mas menos sem noção, levando o que é a realidade e distinguindo da ficção, buscando ganhar reconhecimento pelo a autenticidade e não pela imitação, com originalidade e não mais um fantoche dessa conspiração, que trama por trás dos governos e setores, ávidos em conquistar bens e valores, propagar o caos, o terror e as dores, com seu olho que tudo vê, e que nos cega, outros lutando contra o que Jesus prega, e há quem se apega, a alma entrega, e a gente que pega e enxerga qual a finalidade, de propor uma nova ordem mundial unificando a sociedade, ninguém mais sabe o dia do amanhã, as pessoas não são o que demonstram no Instagram, o anti-cristo será concebido no tio Sam? Chegará o tempo onde se perseguirão todos com uma nova ku-klux-klan? Nova caça às bruxas para quem não desembucha o que realmente acredita, esse é o diário de mais um que não quer que Sodoma e Gomorra se repita...