Alimente
A raiz cúbica de uma sociedade pendente
O sangue é crente
A crença milagrosa que te faz um doente
São todos acúmulos, vindo junto de escombros
Resíduos populares que se espalham pelos ares
Nas praias, a contemplação, aproveitando o céu azul
Raios de sol que penetram, a sensação é Malibu
Neurose sem intervalos, pa**a de amigo pra irmão
A compaixão, mantém os discursos e a adaga na mão
Gatilho muito bem usado, o calibre não é antigo
Porém eu não faço ideia de onde vem o tiro
Experimento do fermento, são fatores aliados
Fez a troca do cajado pelos sapatos dourados
É o dia a dia, paulista, raramente os desanima
É a proteção com armadura na prática da esgrima
Egoísmo doentio, na sua mente, satisfatório
O falso ato de simplório, é o que te deixa notório
As semanas andam em círculos, o preto e branco se repete
Os ternos são vestidos, a bola rebate a raquete
O canto sagrado, a palestra, a atitude
Em tempos lúcidos como esse, você só prova virtude
Abaixe a temperatura, deixe o termômetro numa gruta
Conteúdo numa sepultura, pela carteira, ainda tem a luta
É o ciclo monetário, como o aço, é instável
Aterrizagem do jato, cotidiano aceitável
Se prevalece a**im, fincado na Babilônia
Desabafo lírico que pa**ou da minha insônia